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Os recursos incluídos nesta secção - GALERIAS, são exemplos de trabalhos que se podem realizar com os alunos em contexto educativo de EVT. Grande parte das GALERIAS que a seguir se apresentam incluem trabalhos integralmente realizados pelos alunos do 5º e 6º ano de escolaridade, no decorrer de diversas Unidades de Trabalho da disciplina de EVT.
Podem aceder às GALERIAS carregando em cada uma das imagens desta página.. Serão então remetidos para uma ligação externa ao site da APEVT (por gestão de espaço em servidor) que abrirá uma nova página web com a GALERIA pretendida. As GALERIAS apresentadas foram realizadas com o software PORTA e o modo de apresentação é em Flash, através do simpleviewer. São apresentados todos os trabalhos individualmente, podendo ser acedidos através no menu lateral esquerdo que contém os thumbnails (imagens de dimensão reduzida, iguais às de tamanho real). Dependendo da velocidade de ligação à Internet, as GALERIAS poderão demorar mais ou menos tempo a ser apresentadas.
Para além destas, também incluímos algumas GALERIAS com imagens que poderão servir para utilização em contexto educativo de EVT, ou em aulas, ou para consulta pelos alunos. Constituem-se assim como mais um apoio à actividade docente - mais que GALERIAS, são também um recurso educativo.
Finalmente, convém-nos referir que a seguir a cada imagem foi incluído o título da GALERIA ou Unidade de Trabalho bem como uma descrição - sinopse - apresentação do trabalo desenvolvido, isto para um melhor enquadramento e contextualização.
Caso os colegas pretendam ver incluídas neste site as suas GALERIAS ou as GALERIAS de trabalhos desenvolvidos pelos seus alunos, podem fazê-lo, enviando as fotos numa pasta comprimida (em formato zip e até 10 Mb) para o seguinte e-mail: galerias.apevt@gmail.com
Agradecemos também que indiquem obrigatoriamente o vosso nome, escola onde leccionam, o título da galeria a criar e uma breve descrição da actividade desenvolvida. Nunca é demais relembrar que devem cumprir escrupulosamente os direitos e deveres à imagem. As fotos devem ser originais. As Galerias criadas a partir de fotos enviadas pelos colegas são da sua única e exclusiva responsabilidade, podendo ser retiradas do site a qualquer momento.
Relativamente às Galerias que são apresentadas nesta página, a APEVT agradece a colaboração dos Professores Isabel Fisteus Santos, Orlando Simão Lopes, Lúcia Nair Leite e Nuno Cunha pela sua colaboração na captura das imagens para a realização deste trabalho.
BRINQUEDOS ÓPTICOS
Esta Unidade de Trabalho consiste na realização Brinquedos Ópticos, abordando-se os princípios do Cinema de Animação e da persistência retiniana das imagens. Excelente actividade para integrar o estudo da geometria e diversas áreas de exploração e conteúdos.
Este tipo de actividade é de muito agrado dos alunos. Há uma magia especial na descoberta do movimento, da imagem em movimento. Os alunos acabam por descobrir "o mistério dos desenhos animados da TV".
É um tipo de Unidade de Trabalho que se aconselha vivamente pelos elevados índices de motivação que proporciona e pelos resultados que se conseguem obter.
Brevemente serão disponibilizadas "Galerias Vídeo" com alguns exemplos de trabalhos realizados por alunos. Poderão assim ter contacto com os brinquedos em movimento.
As Galerias apresentadas nas imagens acima dividem-se em três tipos: trabalhos originais acedidos na internet e impressos para utilização nas aulas de EVT, trabalhos realizados por Professores, enquanto formandos aquando da realização de acções de formação da APEVT, e trabalhos de alunos. Podem visualizar exemplos dos seguintes Brinquedos Ópticos: Thaumatrope, Animação com 2 imagens, Penakistiscope, Zootrope e Flip-Books.
AMPLIAÇÕES
Esta Unidade de Trabalho consiste na realização de um trabalho de ampliação, utilizando o método e técnica da quadrícula. A partir de uma imagem que os alunos devem procurar e seleccionar numa revista, é depois cortado um pequeno pormenor dessa imagem. Tal como as imagens documentam, depois de uma grelha traçada por cima da imagem pequena (a da revista), é feita ao lado da pequena imagem a grelha ampliada para onde os alunos deverão copiar o desenho do pormenor original. Depois de desenhada a cópia ampliada, apaga-se a grelha e os alunos executam o trabalho de pintura, podendo explorar (é o mais usual e frequente) a técnica de pintura a lápis de cor.
Para além de se trabalharem as áreas de exploração de desenho e pintura, os alunos desenvolvem e aplicam, principalmente, os conteúdos geometria e medida.
GUERNICA VISTA POR... SEGUNDO...
Esta Unidade de Trabalho, dada a sua complexidade, demorou cerca de 4 meses a realizar. Intitulada "Guernica vista por... segundo...", teve a sua génese numa discussão que "ao acaso" aconteceu na sala de aula quando se falou em Picasso. Nem de propósito!... Nesse ano passavam 25 anos da morte de Picasso...
A partir de uma breve introdução ao conceito de arte (em torno de "coisas" muito simples e a apelar sobretudo à intervenção dos alunos) fez-se uma contextualização histórica da obra. Porquê a Guernica? O que ela representa?
Foram apresentadas aos alunos (de duas turmas de 21 alunos) a estrutura e a composição que Picasso utilizou aquando a realização da obra. A partir daqui, desta desconstrução, os alunos pesquisaram em míltiplas fonte de investigação, mas sobretudo livros. Analisaram vários artistas que não Picasso. Portugueses, Estrangeiros... Escolherem o que gostavam e que achavam que poderiam reproduzir.
Depois desta fase, os alunos reconheceram que em muitas obras de Picasso, o artista utilizava muitas vezes os mesmos "objectos pictóricos" - chamemos-lhes elementos icónicos característicos do artista... e... verificaram que os artistas que tinha escolhido também os tinham.
O trabalho seguinte consistia em realizar estudos a partir da composição e estrutura da Guernica, mas utilizando os "objectos pictóricos" do artista escolhido. Daí advém,... "Guernica vista por ... segundo um aluno"...
O trabalho de mais de 4 meses dos "pequenos artistas" foi recompensado com uma exposição na galeria da Biblioteca Municipal de Ovar, à noite, com direito a "sumo de honra" e tudo!... Acredite, valeu mesmo a pena. gratificante para os professores, mas sobretudo para os alunos.
Quanto a conteúdos e áreas de exploração da disciplina de EVT, seria uma lista extensa que aqui teria que ser apresentada e que foi trabalhada durante estes meses.
MÓDULO - PADRÃO
Unidade de Trabalho que é tradicionalmente realizada na disciplina de EVT. Módulo e padrão (regular ou irregular), por simetria ou não, com esta actividade podemos desenvolver nos alunos uma série de competências em vários domínios, abordando vários conteúdos e áreas de exploração.
Esta actividade pode-se tornar ainda mais rica se a explorarmos até à própria realização de painéis de azulejo para diversos revestimentos, placas identificativas, painéis murais, frisos, de entre outros.
DESENHOS DE COMPOSIÇÃO LIVRE ABSTRACTOS
Esta Unidade de Trabalho (se assim lhe podemos chamar pela sua curtíssima duração - apenas uma aula) consiste na realização de Desenhos Livres. Não os "desenhos livres" que habitualmente se induz no estereótipo. É dada pelo professor a noção de abstracção. Posteriormente, o professor distribui uma folha a cada aluno, na qual depois registará a caneta de ponta fina preta algumas linhas aleatoriamente (é fundamental o uso da caneta e não do lápis para que o aluno saiba tirar partido do que faz, mesmo quando se engana).
Finalmente, o aluno gere o seu tempo e o seu trabalho, dando forma e utilizando vários elementos da gramática visual para uma composição que se quer abstracta, explorando apenas e só os registos gráficos e dando valor e expressão, linha-a-linha.
DESENHOS DE COMPOSIÇÃO LIVRE ABSTRACTOS - COM UTILIZAÇÃO DA COR
Esta actividade é relativamente idêntica à anterior. Desenvolve-se numa fase posterior e quando o nível de desempenho e liberdade dos alunos aumenta. Inclui-se a cor livremente em conjugação com o desenho.
BANDA DESENHADA
Unidade de Trabalho muito conhecida por todos: A Banda Desenhada. A partir de um argumento criado ou adaptado pelos alunos, é feita uma abordagem ao conteúdos comunicação e em especial à Gramática da Banda Desenhada. depois de estudos de personagens, de divisão da história, escolha de planos e tipo de vinhetas (ou outros), os alunos executam a sua Banda Desenhada, podendo a "arte final" ser a que eles acharem mais adequada à história e ao próprio grafismo utilizado. Existem muitos casos em que apenas se utiliza o preto e branco.
FABRICO DA SEDA
Imagens cedidas por Lígia Oliveira sobre o processo de fabrico da seda e trabalhos realizados com este produto.
Óptima apresentação quando se explorar a área de exploração de vestuário e tapeçarias/tecelagem.
FATOS EM PAPEL DE JORNAL
Imagens cedidas por Lígia Oliveira sobre um desfile de trajes integral e totalmente constrídos em papel de jornal. Tal como a galeria anterior, um bom exemplo para apresentação integrado na área de exploração de vestuário.
DESENHO INFANTIL - extraídos de um livro de 1972, da editora Dessain & Tolra, já fora de circulação
Um dos melhores livros (na minha opinião) sobre todos os conteúdos da Gramática Visual. Inclui inicialmente estas imagens sobre desenho infantil. Foi editado em 1972 pela Dessain & Tolra e já há muitos anos que não se encontra comercializável.
PROJECÇÕES DIRECTAS
"Fantasia, Imaginação e Criatividade". Conhecem este título?
É uma das obras de Bruno Munari. Lá inclui-se esta sugestão de actividade a desenvolver com os alunos. basicamente é uma exploração "quase" livre de um "mundo vulgar" e desconhecido para a "fantasia".
Projecções directas. O que são? Como se fazem? Se ainda conseguirem encontrar na vossa escola um projector de slides e se ainda descobrirem casas de fotografia que vendam caixilhos de vidro (sim, são caixilhos de slides, ligeiramente mais grossos que o normal e em cada um dos lados, em vez de ser aberto, tem um vidro) podem explorar "quase sem limites" a criatividade e despoletar nos alunos "o saber ver", descobrir coisas que no dia a dia lhes passaria despercebido.
Entre os vidros o caixilho podemos misturar colas e pigmentos (estes depois já não dão para reutilizar), colocar folhas a secar até ficar a sua "estrutura à mostra", pequena pétalas, papiro, impressões digitais, algodão,.... (quase não há fim... ou não há, mesmo). O resultado numa aula é: "ahhhhh! olha!!!! nunca imaginei!!!!! Uma experiência "deliciante"...
Caso não encontrem caixilhos de vidro, não há problema. Até os alunos podem fazer caixilhos numa cartolina de razoável gramagem ou até cartão e depois utilizam acetatos ou micas grossas. Há sempre maneira de conseguirmos explorar esta actividade e que, vale a pena.
IDENTIFICAÇÃO DA CAPA
A identificação da Capa (ou portefólio) é muito usual na nossa disciplina. Neste caso, a exploração do conteúdo da comunicação visual passou pelo estudo da letra e posterior exploração do conteúdo forma e área de exploração da pintura. Podem notar que foi pedido aos alunos para manterem uma coerência formal, estética e cromática em todas as letras para que não perturbasse a leitura e a comunicação.
Uma forma de exploração, entre muitas outras possíveis...
ILUSTRAÇÃO DE UM CONTO - de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, da colecção "Uma Aventura"
Após a leitura de um conto da colecção "Uma Aventura" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (sem ser ilustrado), os alunos, cada um com o seu capítulo, fizeram a ilustração. Depois de em consenso escolherem a técnica de pintura a explorar, abordaram esta Unidade de Trabalho de forma autónoma e numa perspectiva muito interessante de interdisciplinaridade com a Língua Portuguesa.
GRAMÁTICA, COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM VISUAL E GRÁFICA- extraídos de um livro de 1972, da editora Dessain & Tolra, já fora de circulação
Um dos melhores livros (na minha opinião) sobre todos os conteúdos da Gramática Visual. Esta apresentação poderá constituir um "momento alto" em qualquer aula pois a partir do mesmo podem-se abordar todos os conceitos da Gramática Visual, contextualizá-los, enfim... um excepcional recurso~, apesar de algum qualidade sofrível das imagens. Foi editado em 1972 pela Dessain & Tolra e já há muitos anos que não se encontra comercializável.
DESENHOS DE ÁRVORES - extraídos de um livro de Bruno Munari
Quanto de nós vemos e analisámos desenhos de observação de árvores realizados pelo alunos que são profundamente estereotipados? Será que os alunos observaram mesmo as árvores que desenharam?
Bruno Munari, num dos seus livros apresenta alguns desenhos (muito simples) de árvores. Uma boa apresentação para expor aos alunos e comentar com eles.
DESENHO DO ROSTO - FORMAS DE EXPRESSÃO - extraídos de um livro de Bruno Munari
Em mais uma obra de Bruno Munari, um excepcional percurso pelas formas de expressão e representação. A partir de uma fotografia, Bruno Munari interpreta e apresenta múltiplas perspectivas sobre o original e representa e exprime gráfica e plasticamente um rosto. Excepcional recurso para a abordagem do desenho do rosto e de figura humana e, sobretudo, para ir ainda muito mais além disso.
CARICATURA E CARTOON - fonte desconhecida
De fonte desconhecida, esta apresentação é muito interessante quando se abordam Unidades de Trabalho relacionadas com a Banda Desenhada e a Animação de Imagens - Cinema de Animação. De uma forma muito simples e claro, vemos como podemos dar diferentes formas de expressão a um cartoon e como podemos desenhar um personagens em vários pontos de vista, sendo-se sempre rigoroso quanto ao modelo.
PAPEL RECICLADO ARTESANAL
Esta galeria apenas apresenta vários tipos de papel reciclado artesanalmente numa Unidade de Trabalho desenvolvida na disciplina de EVT. Posteriormente será adicionada uma galeria com o processo completo de reciclagem artesanal de papel.
IGOR STRAVINSKI
O desenho original de Igor Stavinski foi feito por Pablo Picasso.
Aos alunos é entregue uma fotocópia A4 com o desenho original. Entregamos também duas folhas A4 em branco. Numa os alunos escrevem a palavra normal e na outra escrevem a palavra invertido.
Este exercício consiste em "por os alunos" a desenhar uma cópia do desenho original entregue na posição normal e o outro tendo o original na posição invertida, copiando-o também de forma invertida.
Porquê esta actividade?
Quando um aluno vê o desenho na sua "posição normal", tende a não observar correctamente pois "interioriza" o desenho na sua globalidade, toda a "forma final", a percepção completa do conjunto, distraíndo-se e não obervando o modelo, sendo induzido a "desenhar de cor". Inversamente, quando o aluno olha para o original invertido e também o tem que copiar invertido, tendo a copiar linha por linha, cada pequeno pormenor de cada vez. Como neste último caso não tem uma percepção clara e precisa do conjunto, o seu nível de concentração e rigor na observação do modelo é mais elevada. Assim, já imaginam... Na maioria dos casos, o invertido é sempre uma cópia "mais fiel" do original.
Ah, mas, muita atenção. Os alunos devem ser avisados que apenas se trata de "um jogo". Não vale fazer "batota" e virar a folha o sobrepor a folha de desenho ao original.
DESENHO DE FIGURA HUMANA - SEM OLHAR PARA A FOLHA DE PAPEL
Exercício exploratório "parecido" com o anterior. Neste caso, os alunos são convidados a desenhar um modelo eswcolhido entre eles. No entanto, há uma regra clara: quer seja o desenho feito a lápis ou a caneta de ponta fina, não podem apagar e, mais importante - têm que desenhar o modelo sem olhar para a folha de papel.
Numa primeira abordagem em contexto lectivo de EVT esta actividade dá azo a "muita galhofa" pois todos gostam de mostrar o seu resultado que consideram caricato. No entanto, se levarmos os alunos a compreender que apesar de algumas "deformações" os trabalhos estão comparativamente melhores do que quando olham para o papel, óptimo. Gradualmente os alunos conseguirão abstratizar mais facilmente e, sobretudo, treinar a coordenação visuo-motora: o olho vê, acompanha a forma, e eu controlo a minha mão.
DESENHO DE FIGURA HUMANA - O ROSTO
Desenho de Figura Humana - desenho do rosto. Óptima actividade para se iniciar o estudo para a realização de máscaras, por exemplo. Pode ser previamente o "canone" das proporções e outras questões/conteúdos importantes a desenvolver, adequando-se à Unidade de Trabalho que se estiver a realizar.
TÉCNICAS DE IMPRESSÃO
Galeria que apresenta (quase) todas as técnicas de impressão. Poderá ser um recursos a utilizar numa qualquer Unidade de Trabalho em que se queira abordar a área de exploração de impressão.
DESENHOS DE OBSERVAÇÃO
Actividade "normal" que consiste em desenhar a partir da observação de objectos ou outras situações.
ESTUDOS E PROJECTOS PARA MÁSCARAS DE CARNAVAL
Galeria com alguns exemplos de estudos e projectos de maqueta de Máscaras de Carnaval.
DESENHOS DE OBSERVAÇÃO - COM TEMPOS DEFINIDOS
Esta actividade tem como principal objectivo desenvolver nos alunos a capacidade de observação e registos rápidos ou mais demorados.
Entregam-se 4 folhas de papel aos alunos. Os alunos registam os tempos de 1, 2 e meio, 4 e 7 minutos, por exemplo.
Seguidamente os alunos terão que desenhar uma composição visual composta por alguns objectos que o professor colocou previamente em cima de uma mesa da sala de aula. este exercício pode-se fazer "nos dois sentidos". ou seja, numa primeira abordagem, começando por dar de menos tempo para mais tempo e depois o inverso, de mais tempo para menos tempo. este pequeno pormenor fará toda a diferença. Acreditem um exercício a explorar pois é execelente para o domínio de muitas "acuidades".
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